Crónicas do Fidalgo

Crónicas do Fidalgo

Sobre Mim

Sou um apaixonado por motas que despertou para este mundo um pouco mais tarde do que o normal, com 30 anos. Desde miúdo que adorava ter uma mota, mas por proibição dos meus pais e mais tarde pela consciência de não pôr em risco a minha integridade fisica em prol da minha profissão, fui adiando.

José Fidalgo

Rui Valido

Crónicas do Fidalgo. “A jornada de um Homem à procura do seu estilo de vida”

Depois de ter o meu filho, tive a necessidade de rever os valores que tinha de lhe passar, as minhas ambições, os meus sonhos, as minhas conquistas e a minha vontade de viver de uma forma apaixonada. Percebi que faltava algo para me sentir o homem que sempre quis ser e que um dia iria passar essa experiência ao meu filho.

Cheguei a uma decisão. Procurar ser e fazer o que sempre quis e por uma razão ou outra, foi adiando ou esquecendo.

Só assim podia, com conhecimento de causa, com o brilho nos olhos, ensinar o meu filho a lutar pela vida, a nunca desistir de a viver.

Como sou um recém-chegado a este mundo, procuro encontrar pessoas que partilhem o meu gosto pelas motas, aprendendo com elas, ouvindo a suas historias, testemunhando as suas ideias, projectos, pensamentos e acompanhar a evolução da mentalidade humana por este estilo de vida.

Acho que somos uns privilegiados por estarmos a viver em tempos de grandes mudanças sociais, que por razões económicas, estamos obrigados a adoptar um estilo de vida que se foca nos interesses reais do ser humano onde os bens materiais são vistos com outro valor. Que tenha uma ligação connosco! Que faça parte da nossa vida com real interesse! Nisso a personalização acaba por ter um papel fundamental na construção da nossa identidade, seja numa atitude para com a vida, seja num protesto, na defesa de uma causa, numa profissão, num carro, numa peça de roupa, na música que ouvimos... na nossa mota.

Tornarmo-nos únicos, distinguirmo-nos dos outros, sempre foi o objectivo do homem, mas que desta vez se reflicta em tudo o que nos rodeia, seja pela simplicidade ou excentricidade, a importância está na consistência dessa postura, vivendo em harmonia com os demais.

E com o testemunho do passado, a vivência do presente e a vontade do futuro quero descobrir-me nas minha crónicas. Nas Crónicas do Fidalgo.

José Fidalgo